Para enfrentar a Covid-19,
o Governo de Minas
fez um planejamento eficiente.

Compramos os respiradores com o preço mais baixo do país e dobramos o número de leitos de UTI para salvar vidas. Concluímos a entrega do primeiro lote de vacinas em tempo recorde. O Governo de Minas também está entregando seringas e vacinas em todas as cidades do estado. Estamos preparados para a vacinação.

vacinas distribuídas

vacinas
distribuídas.

doses aplicadas

doses aplicadas
(1ª. dose)

doses aplicadas

doses aplicadas
(2ª. dose)

Últimas notícias

1º GRUPO A SER VACINADO

Trabalhadores
da Saúde

Equipe de vacinação
Equipe de Instituições de Longa Permanência
Envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados de Covid-19

Pessoas idosas residentes em Instituições de Longa Permanência

Pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência, residentes em Residências Inclusivas

População indígena que vive em terras indígenas

2º GRUPO A SER VACINADO

Trabalhadores da Saúde

Pessoas idosas de 90 anos ou mais

3º GRUPO A SER VACINADO

Trabalhadores da Saúde

Idosos acima de 80 anos 

Aguarde a vez do seu grupo para procurar o posto de vacinação.

Para saber mais sobre o Plano Nacional de Vacinação, baixe o PDF.

Distribuição de vacinas

Confira a distribuição de vacinas em sua região.

CENTRO JEQUITINHONHA LESTE LESTE DO SUL NORDESTE NOROESTE NORTE OESTE / CENTRO SUL SUDESTE SUL TRIANGULO DO NORTE TRIANGULO DO SUL VALE DO ACO

1ª remessa recebida em 18 de janeiro

Nome: Coronavac
Tipo: Vírus SARS-COV-2 inativado
Doses: 2
Intervalo entre as doses: Entre 2 e 4 semanas
Administração: Intramuscular

Total de doses recebidas

577.480

2ª remessa recebida em 24 de janeiro

Nome: Astrazeneca
Tipo: Adenovírus SARS-CoV-2 Spike (S)
Doses: 2
Intervalo entre as doses: 12 semanas (3 meses)
Administração: Intramuscular

Total de doses recebidas

190.500

3ª remessa recebida em 25 de janeiro

Nome: Coronavac
Tipo: Vírus SARS-COV-2 inativado
Doses: 2
Intervalo entre as doses: Entre 2 e 4 semanas
Administração: Intramuscular

Total de doses recebidas

87.600

4ª remessa recebida em 7 de fevereiro

Nome: Coronavac
Tipo: Vírus SARS-COV-2 inativado
Doses: 2
Intervalo entre as doses: Entre 2 e 4 semanas
Administração: Intramuscular

Total de doses recebidas

315.600

5ª remessa recebida em 23 de fevereiro

Nome: Astrazeneca e Coronavac
Tipo: Astrazeneca – Adenovírus SARS-CoV-2 Spike (S)
Coronavac – Vírus SARS-COV-2 inativado
Doses: 2
Intervalo entre as doses: Astrazeneca – 12 semanas (3 meses)
Coronavac – Entre 2 e 4 semanas
Administração: Intramuscular

Total de doses recebidas

Astrazeneca – 220.000
Coronavac – 137.400
Total de doses – 357.400

6ª remessa recebida em 3 de março

Nome: Coronavac
Tipo: Vírus SARS-COV-2 inativado
Doses: 2
Intervalo entre as doses: Entre 2 e 4 semanas
Administração: Intramuscular

Total de doses recebidas

285.200

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    Dúvidas frequentes

    1. Quais vacinas estão em utilização na campanha de vacinação para COVID-19?

    O Ministério da Saúde está utilizando duas vacinas, neste momento. A vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina AstraZeneca (Oxford), produzida pelo Instituto Serum. Conforme o Ministério da Saúde for enviando vacinas de outros laboratórios, elas serão integradas à campanha de vacinação de Minas Gerais.

    2. Qual a diferença entre a vacina CoronaVac e a AstraZeneca?

    A vacina CoronaVac foi criada por meio de uma tecnologia molecular já muito utilizada em outros imunizantes. Assim como nas vacinas da gripe, poliomielite, hepatite e da meningite, ela é composta por vírus inativado, ou popularmente como “vírus morto”. As partes do novo Coronavírus presentes na vacina são apenas aquelas que permitem o reconhecimento do vírus pelo nosso sistema imune e não pela sua parte responsável por causar a doença. Assim, a produção do imunizante consiste em inativar o Coronavírus, de maneira que fique incapaz de transmitir a doença, pois torna-se incapaz de infectar as células humanas. Assim que a vacina for aplicada, células de defesa do nosso organismo encontram e respondem a essas partes do Coronavírus, dando início à produção de anticorpos.

    Já a vacina AstraZeneca utiliza uma tecnologia biomolecular baseada no chamado “vetor viral”, que consiste na utilização de um vírus modificado para estimular o sistema imunológico na fabricação de anticorpos. Na fabricação da vacina, uma espécie de vírus enfraquecido (adenovírus ChAdOx1), conhecido por causar gripe comum em chimpanzés, após ser modificado para não se multiplicar, carrega parte do material genético do SARS-CoV-2 responsável pela produção de uma proteína (“Spike”) que auxilia o vírus da COVID-19 a invadir as células humanas. Assim, após a vacinação adequada, o adenovírus começa a produzir essa proteína Spike, ensinando o sistema imunológico que toda partícula com essa proteína deve ser destruída.

    3. A vacina é gratuita?

    Sim. A vacina será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sem custos.

    4. Quantas doses de vacina a pessoa deve tomar?

    Tanto a vacina CoronaVac quanto a vacina AstraZeneca possuem aplicação em duas doses. O que diferencia é o intervalo dessas doses. Para quem tomou a CoronaVac, o intervalo é de 2 a 4 semanas. Já para quem tomou a vacina AstraZeneca, o intervalo é de até 12 semanas. 

    5. Como a vacina é aplicada?

    As vacinas CoronaVac e AstraZeneca são administradas por meio de injeção intramuscular.

    6. As vacinas são seguras?

    Sim. Toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento até a produção e a fase final – que é a aplicação –, garantindo, assim, sua segurança. Todas as vacinas são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes. No Brasil, essa função cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

    7. Quando começou a vacinação contra a COVID-19 em Minas Gerais?

    A vacinação em Minas Gerais começou dia 18/01/2021, em ato simbólico no Aeroporto de Confins. No dia 19/01/2021, foi feita a distribuição para as Unidades Regionais de Saúde e autorizado aos municípios o início da vacinação, assim que conseguissem buscar o imunizante nas Unidades Regionais de Saúde. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, a distribuição das vacinas será realizada sem interrupção, evitando a descontinuidade das remessas para todos os municípios.

    8. Como funciona a distribuição de vacinas em Minas Gerais?

    A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais recebe as vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde. Na Central Estadual da Rede de Frio, é feita a conferência e a entrada das vacinas. Todos os imunizantes são armazenados em condições ideais de temperatura, e de lá, são encaminhadas para as 28 Unidades Regionais de Saúde (URS), sempre acompanhadas de escolta das Forças de Segurança estaduais e/ou municipais. Após este recebimento, os gerentes de cada URS serão responsáveis pelo agendamento de data e hora para que os municípios retirem os imunizantes.

    9. Já existe previsão das fases subsequentes?

    Não. A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais está aguardando manifestação do Ministério da Saúde.

    10. Quais os critérios utilizados para definição dos grupos prioritários?

    De acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19, do Ministério da Saúde, os critérios utilizados foram: preservação do funcionamento dos serviços de saúde e proteção dos indivíduos com maior risco de desenvolvimento de formas graves e óbitos, seguidos da preservação do funcionamento dos serviços essenciais e da proteção dos indivíduos com maior risco de infecção.

    11. Quais públicos serão considerados prioritários e qual a ordem de vacinação desses grupos?

    Os grupos prioritários são definidos pelo Plano Nacional de Imunização. A ordem de públicos a ser vacinado é preconizada conforme o “PLANO NACIONAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19” (disponível em: www.gov.br)

    Além disso, o Estado orienta, por meio da deliberação CIB-SUS/MG Nº 3.319 (disponível em www.saude.mg.gov.br), a ordem prioritária para a vacinação. Os municípios têm autonomia para a operacionalizar da imunização da sua população. Atualmente, define a seguinte ordem:

    I – pessoas idosas (igual ou superior a 60 anos) residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas) – ILPI;
    II – pessoas com deficiência, residentes em residências inclusivas (institucionalizadas), maiores de 18 anos;
    III – população indígena aldeada em terras homologadas, maiores de 18 anos;
    IV – trabalhadores dos hospitais (públicos e privados) que realizam atendimento de COVID-19: todos os trabalhadores de saúde, exceto setor administrativo;
    V – trabalhadores do serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e equipes de remoção de pacientes com suspeita de COVID-19, exceto setor administrativo;
    VI – trabalhadores dos serviços de atendimento hospitalar e pré-hospitalar de urgência e emergência (UPAs e PAs): todos os trabalhadores de saúde, exceto setor administrativo;
    VII – trabalhadores da área da saúde de laboratórios (públicos e privados) que realizam a coleta de amostra de Covid-19;
    VIII – trabalhadores da Atenção Primária à Saúde e Centros de Referência COVID-19: trabalhadores envolvidos diretamente na atenção para casos suspeitos e confirmados de COVID19;
    IX – trabalhadores da área da saúde de serviços especializados que atuam na prestação de serviços às unidades COVID-19, como clínicas de imagens e outros serviços terceirizados dentro da própria instituição;
    X – trabalhadores da área da saúde de laboratórios (públicos e privados) e setor administrativo, excetos os já contemplados no inciso VII deste artigo;
    XI – trabalhadores das Secretarias Municipais de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e órgãos estaduais de saúde que, em razão de suas atividades, tenham contato com o público;
    XII – demais trabalhadores da saúde, incluindo administrativos;
    XIII – Pessoas acima de 90 anos;
    XIV – Pessoas de 80 a 89 anos;
    XV – Pessoas de 75 a 79 anos;
    XVI – Pessoas de 70 a 74 anos;
    XVII – Pessoas de 65 a 69 anos;
    XVIII – Pessoas de 60 a 64 anos;
    XIX – Povos e comunidades tradicionais, ribeirinhas e quilombolas;
    XX – Pessoas com comorbidades (conforme descrição no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra COVID-19);
    XXI – Pessoas com deficiência permanente grave;
    XXII – Pessoas em situação de rua;
    XXIII – População privada de liberdade;
    XXIV – Funcionários do sistema de privação de liberdade;
    XXV – Trabalhadores da educação;
    XXVI – Forças de segurança e salvamento;
    XXVII – Forças armadas;
    XXVIII – Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
    XXIX – Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviários;
    XXX – Trabalhadores de transporte aéreo;
    XXXI – Trabalhadores de transporte aquaviário;
    XXXII – Caminhoneiros;
    XXXIII – Trabalhadores portuários; e
    XXXIV – Trabalhadores industriais.” (nr)

    12. Quem será responsável pela vacinação e em qual lugar (ou quais) será realizada?

    Cada município é responsável por vacinar aqueles que estão no grupo prioritário, nas Unidades de Saúde ou de forma extra muro (fora da unidade de saúde), conforme a organização do município e a necessidade de atendimento do público elegível para a vacinação.

    13. Todas as cidades estão contempladas no programa de vacinação?

    Sim, todos os 853 municípios vão receber vacinas de acordo com a população estimada para a primeira fase da vacinação.

    14. Como é feita a definição do quantitativo de vacinas enviadas a cada município?

    A Vigilância Epidemiológica faz um cálculo da população de cada município, considerando os públicos a serem vacinados. Para tal, foi utilizado um formulário para coleta de dados diretamente com os municípios.

    15. Quais os documentos necessários para a vacinação?

    Devido à importância da identificação do cidadão no momento da imunização, o Ministério da Saúde orienta que seja utilizado, preferencialmente, o número do CPF e, na sua ausência, o Cartão Nacional de Saúde (CNS). Entretanto, se no momento da imunização contra a COVID-19 o cidadão não estiver de posse de nenhuma identificação, o estabelecimento de saúde, em sua plataforma CADSUS, poderá efetuar o cadastro e o processo de imunização ocorrerá normalmente. Ninguém que pertence ao público prioritário da campanha, definido naquele momento, deixará de ser vacinado.

    16. Quem tem alergia a certos alimentos, pode tomar a vacina contra a Covid-19?

    Sim. Até o momento não há nenhuma contraindicação para quem tem alergia a determinado tipo de alimentos.

    17. Quando as crianças serão vacinadas?

    As vacinas, até o momento, foram aprovadas pela Anvisa somente para maiores de 18 anos, então não existe previsão de vacinação de crianças no momento

    18. O município tem autonomia para decidir quem deve se vacinar?

    O município deve seguir o PNI (Programa Nacional de Imunizações) e as resoluções CIB-SUS/MG. Ele pode alterar os grupos prioritários se não contrariar as regras definidas no PNI e nas resoluções CIB-SUS/MG.

    19. É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?

    Não. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). É importante que os usuários, ao terem dúvidas, busquem informações em portais, redes sociais dos canais oficiais como: Ministério da Saúde, Secretarias de Estado e dos municípios.